Sobre esta superfície
O globo desenha a matéria curada do Orbe: as descobertas, as mouras encantadas e os castelos. Cada ponto mostra a certeza da sua coordenada, nunca o grau da alegação — são dois eixos e não se fundem. O que não tem coordenada declarada, ou ainda não tem forma que lhe sirva, fica de fora e é nomeado no registo, em vez de ser desenhado como se fosse outra coisa. A pergunta escolhe a superfície: umas abrem o mundo inteiro, outras descem ao lugar, outras respondem só com o texto e não movem nada.
Porque é que esta base rola
Na versão anterior, a roda do rato era capturada pelo globo para dar zoom, e o conteúdo abaixo da dobra deixava de ser alcançável por roda. Aqui não: a roda e o trackpad rolam sempre a página; o zoom do globo faz-se por botões (+ / −) e por pinça no toque. O método honesto nunca fica preso.
O que ainda não sabemos desenhar
Doze lugares de mouras não estão localizados: o registo dá a localidade, não o sítio. Não os desenhamos ao centro da freguesia, porque isso diria «é aqui» onde a matéria diz «não se sabe onde». Esperam uma forma que diga área sem fingir fronteira.
Os cinco castelos não declaram a certeza da sua coordenada. Enquanto não declararem, ficam de fora.
Nem todas as coordenadas que pousam foram auditadas. As auditadas trazem o número de um gazetteer geográfico — o Wikidata —, citado ao lado. Um gazetteer identifica onde fica o lugar moderno; não prova onde o acontecimento se deu. As restantes ainda não foram auditadas, e dizem-no.
E três coisas que o mapa fazia e esta superfície ainda não faz: as oito rotas marítimas, as nove ligações curadas entre fichas, e a pesquisa por nome. Não se perderam — ainda não foram trazidas, e dizê-lo aqui é preferível a deixar alguém procurá-las.
O que continua adiado
O eixo 4 (natureza do domínio) e a velocidade/movimento do tempo continuam adiados, sem cap silencioso — declarados aqui e no README.
primeiro desenho — a medir…
— o Orbe sobre a esfera —